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Archive for the ‘Histórias de Pedal’ Category

Paranapiacaba 140 km (2012)

dezembro 23, 2012 3 comentários

Paulo na Rodovia Índio Tibiriça

Paulo na Rodovia Índio Tibiriça


Seguem as fotos da nossa viagem anual a Paranapiacaba realizada no dia 2 de dezembro. Participaram: Adalberto (MTB Giant XTC), Fábio (MTB Stumpjumper), Marcelo Luiz (MTB Soul), Paulo (MTB GT Karakoram). Resolvemos trocar na última hora para MTB ao invés de Speed por causa da ameaça de chuva. Duas pessoas não conseguiram ir por motivo de gripe, quero lhes dizer que se safaram de um grande sofrimento por causa do calor infernal de 39 graus. Mas é lógico que o prazer de fazer um pedal assim, em uma estrada ótima e com companheiros idem, compensa tudo. Leia mais…

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2012.08.18 – Bike nova

agosto 18, 2012 4 comentários

Specialized Allez Elite 2012 – A cor preta predomina na vista lateral

Os componentes foram transferidos do quadro anterior, com exceção do câmbio dianteiro.

A cor vermelha predomina quando vista de cima

Detalhes da pintura do tubo inferior

Finalmente estou de speed nova e a história do problema na gancheira tem um final feliz. Gostaria de ressaltar que o atendimento da loja BikeTime da Vila Mariana (São Paulo) foi muito bom no encaminhamento do caso e incrível na montagem da bike. Quanto à Specialized, não imaginava que no Brasil pudesse ter alguém tão acessível para resolver a situação dos clientes. Agradeço a ambos.
Vamos à bike:
O modelo do quadro é Allez Elite de 2012. Acho que as fotos do catálogo não ressaltam a real beleza dessa pintura porque aquelas fotos são padronizadas para todos os modelos. No catálogo a bike parece preta, mas quando se vê ao vivo, é mais vermelha, dependendo do ângulo. Pode ver pelas fotos que a pintura é belíssima!
O quadro mudou bastante em relação ao anterior que eu tinha, talvez em parte por causa do modelo, Elite neste caso: os “seat stays” estão retos agora, no antigo eram curvos; o câmbio dianteiro agora é do tipo “brazed-on” fixado diretamente no quadro, antes era do tipo “Clamp Band” para ser fixado com braçadeira. O tubo superior está menos “sloping” e tem parede mais fina neste quadro novo, está fazendo um som mais oco quando bato com as unhas. Apesar de meus componentes não serem top, o peso da bike está muito bom. Originalmente os Elite vêm com Shimano 105. Percebo que a Allez continua confortável, absorvendo bem os impactos. É precisa nas curvas, acelera bem, freia bem. Enfim, comporta-se como uma verdadeira bike de corrida.
A BikeTime caprichou na montagem. Acontece que nesses casos, conta a experiência do mecânico e o bom gosto. Veja que eles sugeriram trocar, ao invés de aproveitar, diversas peças de pequeno valor mas de grande resultado. É o caso dos conduítes de freio e câmbio na cor vermelha, combinando com as cores da bike. Os antigos já estavam desbotados com o tempo e eram brancos. Repare também que até a proteção de alumínio na ponta dos cabos são anodizados em vermelho, caprichos da oficina. O câmbio dianteiro teve que ser trocado para “brazed-on” e na falta de um Shimano foi utilizado um Campagnolo, sempre tive curiosidade por essa marca, vamos ver. A espiga do garfo vem bem comprida, decidimos deixar um centímetro a mais que a anterior, mas colocando o espaçador acima do guidão. Esse centímetro a mais é para o caso de algum dia o fitting mudar por conta da idade ou da falta de preparo físico.
Agora, é só andar. Espero ansiosamente pelo treino de amanhã, estarei saindo às seis e meia.
Um abraço.

2012.05.21 – Gancheira gasta

Gancheira gasta da Specialized Allez 2009

Outro dia estava andando de speed quando o Eduardo reparou que a minha roda traseira estava torta. No começo achei que era apenas questão de encaixar melhor a roda, mas voltando para casa e analisando melhor, reparei que a gancheira do lado direito (lado da corrente) está profundamente gasta. Veja na foto que não é pouca coisa. A minha bicicleta, uma Specialized Allez 2009 está com apenas 8.500 km, meu peso é baixíssimo (65 kg), as rodas e blocagens são originais de fábrica e foram sempre muito bem apertadas. Após algumas pesquisas de possibilidades de conserto, resolvi pedir ajuda à loja que tem uma das melhores oficinas de São Paulo. Deixei lá para eles analisarem para ver como proceder. Dizem que esse problema não é comum, e que mesmo quadros muito mais antigos que os meus e com ciclistas mais pesados não costumam apresentar esse problema.
Por enquanto, estou no aguardo da oficina.
Se você tiver experiência parecida, agradeço se me escrever.
Um abraço.

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Amanhecer na 23 de Maio

abril 11, 2012 2 comentários

Amanhecer na Av. 23 de Maio - São Paulo

Acorde que o sol já está nascendo…e tenha um maravilhoso dia !

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Taquarussu (Paranapiacaba)

março 25, 2012 5 comentários
Capela de Santa Luzia em Taquarussu (Foto: Paulo Ciclista)

Capela de Santa Luzia em Taquarussu (Foto: Paulo Ciclista)

Nessa foto de 2009, estávamos passeando pelas trilhas próximas a Paranapiacaba (eu não apareço porque estava atrás da câmera…). O motivo de estar publicando-a agora é que descobri um pouco mais sobre a história do local: “Distante quatro quilômetros da Vila, nasceu uma família italiana, os Begliomini, que trabalhava na exploração de lenha e carvão vegetal. Em 1936, o transporte de lenha e carvão desse local, denominado Taquarussu, era feito no lombo de burros[…]Taquarussu era um lugar pequeno com 30 a 40 casas. Lá, havia um empório, uma igrejinha, uma bomba de gasolina para abastecer os caminhões e os carros dos proprietários das terras. Hoje, Taquarussu é um lugar aprazível, com poucas casas, a capela de Santa Luzia, um coreto e jardins bem cuidados. Existe um lago ladeado de pinheiros e, em redor, uma fazenda de eucaliptos, que são comercializados para produção de celulose pelos proprietários.” (Trecho do livro “A História de Paranapiacaba” de Vicente Lamarca).
Lembro bem desse lago ladeado de pinheiros, onde descansamos. A estrada de terra para Taquarussu é muito boa de pedalar, a região é bonita e limpa. Na época, fomos apenas com um mapa de papel, mas não dá para ir assim: recomendo GPS. Acontece que existem muitas bifurcações e a gente fica perdido logo na primeira encruzilhada. Naquele dia, só não nos perdemos porque seguimos as marcações de uma competição de MTB: as marcas de cal no chão mostravam o caminho a seguir. Depois, acompanhamos um grupo enorme de MTB que conhecia uma trilha pelo meio do mato e voltamos juntos.
Belo lugar, não?

Alguns links interessantes:

Taquarussu – UOL

Taquarussu – Wikipedia

Um abraço.

2012.02.29 – Outro dia assim, só daqui a quatro anos

fevereiro 29, 2012 5 comentários

Hoje é o dia 29 de fevereiro de ano bissexto em um ano do Dragão no horóscopo chinês.
Não perderia por nada a oportunidade de pedalar em um dia assim, tão especial.
Já são 21:30h, está um calor danado e estou um caco. A janta (pouca) ainda está se acomodando, mas não tem importância, vou assim mesmo. Para variar, sozinho.
Mudando de assunto, este ano temos planos de quebrar o nosso recorde de distância em um dia, que está em 137 km, percorridos com relativa facilidade.
A idéia é fazer 200 km em um dia.
Cada um treina por conta própria, fazemos alguns treinos coletivos e depois vamos. Por experiência de muitos pedais eu sei que essas distâncias precisam ser encaradas com respeito, treinando regularmente, se alimentando e hidratando durante o percurso. É indispensável roupas claras e faróis. Protetores solares também. Não se deve distrair demais quando conversar com os colegas. Muita atenção, sempre!
Me escreva se quiser ir.
Um abraço.

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2012.01.29 – Estrada Velha de Santos (Além do Portal)

fevereiro 1, 2012 2 comentários

Ponte próxima à Casa de Pedra (Foto: Paulo Ciclista)

Quem pedalou há muitos anos na Estrada Velha de Santos se lembra que o ponto final do caminho era a Casa de Pedra. Atualmente é possível ir somente até o portal da reserva salvo em raros eventos onde é possível, com guia, seguir adiante. Leia mais…

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